Por considerar confusa, a expressão "código fechado" (veja), ou alguma variação, está entre as que o movimento do #SoftwareLivre evita, mesmo com significado prático similar: prefere chamar isso simplesmente de softwarenão livre ou privativo, a ser combatido. :drakeNo:
Claro que a filosofia do software livre, como qualquer ideia apaixonante, pode impulsionar comportamentos que, lamento, descrevem como "loucura". Acho incrível como ativistas desse movimento parecem até mais desprezados e debochados por aqui do que de outros.
Independentemente disso, acredito que falta compreensão da ideia, embora ela esteja aí há mais de quarenta anos, portanto é preciso reiterar: para o movimento do software livre, software que nos priva das quatro liberdades essenciais a toda pessoa que o utiliza, ou seja, softwareprivativo, é considerado uma arbitrariedade, instrumento injusto de poder que causa tantas chagas da sociedade atual e que, assim, não deveria existir. Eis o cerne do movimento que é desdenhado ao ser relativizado.
Façamos uma analogia. Se alguém diz que "misoginia" não deve existir e, por isso, a toda hora recomenda distância dela, isso é relativizado da mesma maneira e a pessoa é chamada de "extremista", "louca", "histérica" por defender fortemente suas convicções? Infelizmente, ainda é. Gostaria de acreditar que, aqui, menos.
Até entre quem minimamente entende da área, a ideologia de segredo industrial que atingiu a computação em fins da década de 1970 fala muito mais alto, mesmo em quem está com a mente um pouco mais aberta, o que já é uma minoria.
É possível discordar de um movimento social sem apelar para termos pejorativos contra as pessoas ativistas. Vamos aprender a respeitar mais e compreender?
Digo até porque, a depender do sistema usado, inclusive podendo ser instâncias do próprio Wordpress, já havia certa integração, por, salvo engano, pingback, e você acompanhava quem quisesse por RSS ou Atom. Web social descentralizada e, talvez, até federada, se considerarmos os "planetas" de blogues que poderiam reuni-los. 😁
Compartilhar informações com ou próximo, ou, como está tipificado, violação de "direito autoral" não é pirataria. #Pirataria é, sim, crime ou um conjunto de crimes dos mais violentamente graves. Evitemos reproduzir uma analogia tão extrema criada pelo capital.
Se for exatamente a mesma versão do dispositivo, há uma boa chance de funcionar então.
Digo isso porque caí, recentemente, na pegadinha de comprar um outro que acabou vindo, sem o anúncio especificar, "atualizado" com chip indesejado, então devolvi.
@mingueo@bolha.one @linux@lemmy.eco.br Uma valiosa dica é pesquisar se dispositivos funcionam com software livre, inclusive com o kernel citado (que nem sempre é), se infelizmente demandam firmware privativo ou se nem assim, em https://h-node.org/bluetooth/catalogue/pt (ligação para a seção :bluetooth: ) e também relatar caso tenha informações novas. :dukeThumbsUp: :fsf:
Seria possível monitorar páginas e ser notificado de mudanças, mas ainda precisamos encontrar algo que faça isso convenientemente, especialmente quando elas são totalmente dependentes de JavaScript (o que dificulta demais) ou literalmente impedem sua leitura automatizada, sem abrir mão das nossas liberdades essenciais.
Dicas para superar essa questão, desde que não privativas, são muito bem-vindas.
Apesar de ser melhor evitar alimentar o fogo que produz as sombras na parede da caverna, nesse caso penso que é justificável publicar lá, contanto que jamais apenas lá e, de preferência, sempre tentando provocar seus habitantes a olharem para fora, por mais que eles resistam à ideia.
Cuidado: ao mesmo tempo em que há abundância de sinais de perigo, quem avisa demais passa por chato e até da teoria da conspiração.
Falando sério, vemos representantes concordarem com a pauta, porém ela fica "em estudo" e não há ação, ou ela é incipiente. A ação estatal que vemos vai na contramão. Tomara que, quando quem tem poder sobre isso perceber o tamanho da cilada, não seja tarde demais.
Uptime Kuma ou algo do tipo que mande notificação ruidosa (por ntfy.sh) à tornozeleira + sala de conversa multiuser em :xmpp: à disposição de demais pessoas que dependem da estrutura = conseguir ficar sabendo, agir e se comunicar com a comunidade em caso de zica sem precisar ficar prestando tanta atenção. :podeConfiar:
Só não adianta se for se esconder no meio do mato ou do oceano sem qualquer conexão ou baterias mesmo :shrugging:
@daltux@snac.daltux.net
@kariboka@mastodon.social @kariboka@mastodon.social @dausacker@fe.disroot.org @linux@lemmy.eco.br O "código aberto" e "Linux" se colocam como dominantes nessa seara desde que isso começou a ficar mais palatável pelo mundo corporativo, para literalmente esquecer debate ético, focar em vantagens produtivas. Não é nada recente como a polêmica pessoal, que é usada como reforço do desdém pelo ativismo. Outras posições das pessoas podem ser variadas e concordamos ou não, mas reforçamos a defesa pelas quatro liberdades digitais essenciais há mais de quatro décadas, tão necessárias, e do sistema iniciado com esse objetivo em 1984.
@kariboka@mastodon.social @dausacker@fe.disroot.org@linux@lemmy.eco.br Não conheço a fundo a suposta polêmica então não vou tomar partido sobre isso, mas você abandonaria, digamos, o movimento de libertação do proletariado se soubesse de alguma alegada barbaridade cometida pela pessoa do seu fundador? :shrugging:
Não é por mal, mas estamos aqui para ensinar, insistir mesmo, e solicitar mais reconhecimento ao software livre, um movimento de ativismo tecnopolítico, do que ao código aberto, que é isentão. Palavras importam. Essa insistência também não é por mal.
Mas o intuito de GNOME, até onde sei, não é ser detalhista mesmo. Muito pelo contrário: é simplificado ao máximo. Por isso que acabo preferindo outros, principalmente depois da versão 3, lançada em 2011. Ainda bem que há muitos anos temos alguns padrões (XDG) de integração da área de trabalho gráfica com as aplicações. Antigamente, isso era bem mais heterogêneo, o que dificultava o uso de ambientes diversos.
:starfleet: Star Trek: Deep Space Nine — "DS9" (1993-1999) — é minha série de estimação. Insuperável, acredito. Destaca-se a interação de personagens que vão se aprofundando, sediados em uma base cívico-militar longínqua numa região conflituosa, em missão de paz seguindo uma retirada de invasores que ocuparam uma nação durante décadas e perigam voltar — lembra algo? Diante dessa estação espacial, descobrem um buraco de minhoca que vai dar no outro lado da galáxia, totalmente desconhecido. A série é repleta de reflexões éticas, envolvendo histórias de política, diplomacia, espionagem, diversas questões identitárias, drama e também humor. Muita ficção científica raiz. Ainda da época em que a TV dos EUA produzia episódios com histórias isoladas para não perder audiência que não pudesse ver todos, porém já apresenta vários "arcos" com histórias mais longas. Foi a única até hoje capaz de me deixar em muitas lágrimas em seu fechamento. Totalizando 176 episódios em sete temporadas, está entre as séries nas quais vale a pena insisitir mesmo que não ache tão boas assim no início: após algumas temporadas é que vai me dar razão.
@cadusilva@bolha.one@caio@floss.social @skarnio@alquimidia.org @fediforum@mastodon.social Snac é rudimentar ao lidar com API que é do Mastodon, não ActivityPub. Este ele implementa ipsis litteris. Muito provavelmente o cabeça usa apenas a Web mesmo e por isso não deve dar tanta atenção a isso. As contribuições nessa parte têm sido mais de outras pessoas.
Por considerar confusa, a expressão "código fechado" (veja), ou alguma variação, está entre as que o movimento do #SoftwareLivre evita, mesmo com significado prático similar: prefere chamar isso simplesmente de software não livre ou privativo, a ser combatido. :drakeNo:
Claro que a filosofia do software livre, como qualquer ideia apaixonante, pode impulsionar comportamentos que, lamento, descrevem como "loucura". Acho incrível como ativistas desse movimento parecem até mais desprezados e debochados por aqui do que de outros.
Independentemente disso, acredito que falta compreensão da ideia, embora ela esteja aí há mais de quarenta anos, portanto é preciso reiterar: para o movimento do software livre, software que nos priva das quatro liberdades essenciais a toda pessoa que o utiliza, ou seja, software privativo, é considerado uma arbitrariedade, instrumento injusto de poder que causa tantas chagas da sociedade atual e que, assim, não deveria existir. Eis o cerne do movimento que é desdenhado ao ser relativizado.
Façamos uma analogia. Se alguém diz que "misoginia" não deve existir e, por isso, a toda hora recomenda distância dela, isso é relativizado da mesma maneira e a pessoa é chamada de "extremista", "louca", "histérica" por defender fortemente suas convicções? Infelizmente, ainda é. Gostaria de acreditar que, aqui, menos.
Até entre quem minimamente entende da área, a ideologia de segredo industrial que atingiu a computação em fins da década de 1970 fala muito mais alto, mesmo em quem está com a mente um pouco mais aberta, o que já é uma minoria.
Ademais, reiteradamente, confundem o software livre com o "código aberto" que é método de produção.
É possível discordar de um movimento social sem apelar para termos pejorativos contra as pessoas ativistas. Vamos aprender a respeitar mais e compreender?
CC: @kariboka@mastodon.social
#capacitismo #tecnopolítica #softwareLivre
Digo até porque, a depender do sistema usado, inclusive podendo ser instâncias do próprio Wordpress, já havia certa integração, por, salvo engano, pingback, e você acompanhava quem quisesse por RSS ou Atom. Web social descentralizada e, talvez, até federada, se considerarmos os "planetas" de blogues que poderiam reuni-los. 😁
A blogosfera já era mídia social e não sabíamos, então? A #Web toda, aliás? 🤔
CC: @Cochise@lemmy.eco.br @arlon@connexia.hibiol.eu
Compartilhar informações com ou próximo, ou, como está tipificado, violação de "direito autoral" não é pirataria. #Pirataria é, sim, crime ou um conjunto de crimes dos mais violentamente graves. Evitemos reproduzir uma analogia tão extrema criada pelo capital.
Confiram: https://www.gnu.org/philosophy/words-to-avoid.pt-br.html#Piracy
(Isto é só uma sugestão. Concordo com o ótimo texto respondido 🤝)
Vampiros seremos então, pelo visto.
Depois que estava conseguindo deixar de ser um notívago... :shrugging:
CC: @nossaquesapao@lemmy.eco.br
Não sou grande conhecedor, mas acho que esse campo é justamente a versão do hardware mesmo. Se não funcionar, essa é a explicação.
Ódio a fabricantes que não compartilham com a comunidade as instruções necessárias pra fazer os equipamentos funcionarem! :molotov:
CC: @linux@lemmy.eco.br
Se for exatamente a mesma versão do dispositivo, há uma boa chance de funcionar então.
Digo isso porque caí, recentemente, na pegadinha de comprar um outro que acabou vindo, sem o anúncio especificar, "atualizado" com chip indesejado, então devolvi.
CC: @linux@lemmy.eco.br
@mingueo@bolha.one
@linux@lemmy.eco.br Uma valiosa dica é pesquisar se dispositivos funcionam com software livre, inclusive com o kernel citado (que nem sempre é), se infelizmente demandam firmware privativo ou se nem assim, em https://h-node.org/bluetooth/catalogue/pt (ligação para a seção :bluetooth: ) e também relatar caso tenha informações novas. :dukeThumbsUp: :fsf:
#dicas #hardware #bluetooth #SoftwareLivre #GNU #LinuxLibre #Linux #recomendo
Seria possível monitorar páginas e ser notificado de mudanças, mas ainda precisamos encontrar algo que faça isso convenientemente, especialmente quando elas são totalmente dependentes de JavaScript (o que dificulta demais) ou literalmente impedem sua leitura automatizada, sem abrir mão das nossas liberdades essenciais.
Dicas para superar essa questão, desde que não privativas, são muito bem-vindas.
CC: @batepapo@lemmy.eco.br @daltux@fe.disroot.org @ze_benedito@capivarinha.club @arlon@connexia.hibiol.eu
Apesar de ser melhor evitar alimentar o fogo que produz as sombras na parede da caverna, nesse caso penso que é justificável publicar lá, contanto que jamais apenas lá e, de preferência, sempre tentando provocar seus habitantes a olharem para fora, por mais que eles resistam à ideia.
CC: @batepapo@lemmy.eco.br @s1n3rgy4@cyberplace.social @muito_pelo@contra.rio.br @arlon@connexia.hibiol.eu
Se for como K14, não tem como remover nada dessa nhaca. Imagino a aflição. Saudade da linha :thinkpad: T4xx.
CC: @tiagoferreira@organica.social @kariboka@mastodon.social @linux@lemmy.eco.br
Cuidado: ao mesmo tempo em que há abundância de sinais de perigo, quem avisa demais passa por chato e até da teoria da conspiração.
Falando sério, vemos representantes concordarem com a pauta, porém ela fica "em estudo" e não há ação, ou ela é incipiente. A ação estatal que vemos vai na contramão. Tomara que, quando quem tem poder sobre isso perceber o tamanho da cilada, não seja tarde demais.
CC: @brasil@lemmy.eco.br
#soberaniaDigital
Uptime Kuma ou algo do tipo que mande notificação ruidosa (por ntfy.sh) à tornozeleira + sala de conversa multiuser em :xmpp: à disposição de demais pessoas que dependem da estrutura = conseguir ficar sabendo, agir e se comunicar com a comunidade em caso de zica sem precisar ficar prestando tanta atenção. :podeConfiar:
Só não adianta se for se esconder no meio do mato ou do oceano sem qualquer conexão ou baterias mesmo :shrugging:
CC: @fediadminbr@lemmy.eco.br
@daltux@snac.daltux.net
@kariboka@mastodon.social @kariboka@mastodon.social @dausacker@fe.disroot.org @linux@lemmy.eco.br O "código aberto" e "Linux" se colocam como dominantes nessa seara desde que isso começou a ficar mais palatável pelo mundo corporativo, para literalmente esquecer debate ético, focar em vantagens produtivas. Não é nada recente como a polêmica pessoal, que é usada como reforço do desdém pelo ativismo. Outras posições das pessoas podem ser variadas e concordamos ou não, mas reforçamos a defesa pelas quatro liberdades digitais essenciais há mais de quatro décadas, tão necessárias, e do sistema iniciado com esse objetivo em 1984.
@kariboka@mastodon.social
@dausacker@fe.disroot.org @linux@lemmy.eco.br Não conheço a fundo a suposta polêmica então não vou tomar partido sobre isso, mas você abandonaria, digamos, o movimento de libertação do proletariado se soubesse de alguma alegada barbaridade cometida pela pessoa do seu fundador? :shrugging:
@kariboka@mastodon.social
@dausacker@fe.disroot.org @linux@lemmy.eco.br GNU é mais curto ainda...
Não é por mal, mas estamos aqui para ensinar, insistir mesmo, e solicitar mais reconhecimento ao software livre, um movimento de ativismo tecnopolítico, do que ao código aberto, que é isentão. Palavras importam. Essa insistência também não é por mal.
@kariboka@mastodon.social Não entendi se a captura de tela é de #GNOME ou de #Cosmic. :nazare:
Mas o intuito de GNOME, até onde sei, não é ser detalhista mesmo. Muito pelo contrário: é simplificado ao máximo. Por isso que acabo preferindo outros, principalmente depois da versão 3, lançada em 2011. Ainda bem que há muitos anos temos alguns padrões (XDG) de integração da área de trabalho gráfica com as aplicações. Antigamente, isso era bem mais heterogêneo, o que dificultava o uso de ambientes diversos.
:starfleet: Star Trek: Deep Space Nine — "DS9" (1993-1999) — é minha série de estimação. Insuperável, acredito. Destaca-se a interação de personagens que vão se aprofundando, sediados em uma base cívico-militar longínqua numa região conflituosa, em missão de paz seguindo uma retirada de invasores que ocuparam uma nação durante décadas e perigam voltar — lembra algo? Diante dessa estação espacial, descobrem um buraco de minhoca que vai dar no outro lado da galáxia, totalmente desconhecido. A série é repleta de reflexões éticas, envolvendo histórias de política, diplomacia, espionagem, diversas questões identitárias, drama e também humor. Muita ficção científica raiz. Ainda da época em que a TV dos EUA produzia episódios com histórias isoladas para não perder audiência que não pudesse ver todos, porém já apresenta vários "arcos" com histórias mais longas. Foi a única até hoje capaz de me deixar em muitas lágrimas em seu fechamento. Totalizando 176 episódios em sete temporadas, está entre as séries nas quais vale a pena insisitir mesmo que não ache tão boas assim no início: após algumas temporadas é que vai me dar razão.
CC: @filmeseseries@lemmy.eco.br
#SextaSérie #séries #TV #StarTrek #DS9 #sinopse #resenha #SciFi
@cadusilva@bolha.one @caio@floss.social @skarnio@alquimidia.org @fediforum@mastodon.social Snac é rudimentar ao lidar com API que é do Mastodon, não ActivityPub. Este ele implementa ipsis litteris. Muito provavelmente o cabeça usa apenas a Web mesmo e por isso não deve dar tanta atenção a isso. As contribuições nessa parte têm sido mais de outras pessoas.