Luís Pessoa

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@plutzie @brasil@lemmygrad.ml @brasil@lemmy.pt @CompadredeOgum existe sim, mas o que tenho dito é que isso é gerado pela dinâmica das redes e instrumentalizá-las tem esse risco, tem os aprendizados e contradições e etc. agora, se forma importa, como concordamos, e a crítica é a esse comportamento das redes, a capa do video, e mesmo as falas, são bem ruins e não acrescentam ao debate. me pergunto que necessidade o influencer queria suprir com esse duo forma/conteúdo, para ficar no campo da cnv...

@CompadredeOgum @brasil@lemmygrad.ml @brasil@lemmy.pt @plutzie tem a crítica de react por react, que já se fez - a srta. bira falou bem sobre - e tem a ver com a pedagogia da coisa. vai se fazendo e se aprendendo. Agora, luta de classe mobiliza ódio de classe mesmo fora das redes (e tem que fazer mesmo), radicalizar-se e mirar insurreição não se faz sem violência. se esse é o ponto, a crítica é antirrevolucionária mesmo e tem bom lugar na hegemonia.

@CompadredeOgum @brasil@lemmygrad.ml @brasil@lemmy.pt Claro que tem rotulação, como havia fora da internet. dizer trotskysta para demarcar diferenças é raso, daria para falar um monte porque o pco é ruim ou porque o reformismo é fadado ao fracasso sem mobilizar essa categoria.
Agora, a ujs, a juventude da up e pcb ganharam adeptos que atuam na realidade da vida por ouvir esses caras. A soberana mesmo tem ações internas de manutenção de afetos que extrapola e muito coisas que a hegemonia ou pco e pstu fazem. +

@CompadredeOgum @brasil@lemmygrad.ml @brasil@lemmy.pt No mais me lembra Safatle explicando que a esquerda hegemônica brasileira é de classe média, que não sabe o que fazer com a explosão popular gerada pelas contradições da sociedade (vide 2013) e prefere amansar os ânimos do que entrar no processo para conduzir a potência insurrecional para gerar emancipação de fato para a classe trabalhadora. O falante para 1500 pessoas parece concordar com essa hegemonia.

@CompadredeOgum @brasil@lemmygrad.ml @brasil@lemmy.pt é tanta coisa falada junto que não me ajudou a organizar pensamento a respeito. Como o que demora é o tempo das perguntas, a sobre a importância do ódio de classe com resposta de que ódio é sentimento humano, o problema é como lidar com ele parece indicar que se há instrumentalização das redes para gerar ódio e então organizar afetos na vida real pode ser bom. Aí é conhecer UP, soberana, PCB e tal na prática cotidiana para analisar certinho. +