Ótimas dicas! Sobre avaliações, esses "Very Positive" aí vieram no Ctrl + C que fiz da página do Steam, mas gosto mesmo é de ter indicações diretas. Quando alguém jogou algo e dá suas impressões na timeline, por exemplo, já costumo deixar na wishlist se for de um gênero que curto.
Bem legal, não conhecia o blog. O canal de Youtube já apareceu umas vezes nas recomendações. Mas vou confessar: sou meio preguiçoso para "garimpar" as bandas, hehehe. Por isso valorizo muito as recomendações dos camaradas. O Dödsrit mesmo conheci por um patch na jaqueta de um dos integrantes do Tulpa.
Eu adentrei ao gênero por Dawn Ray’d e a coletânea Antifascist Black Metal do Branca Studio
Recentemente conheci o Pacta Corvina, banda de RABM/Blackened do Rio Grande do Sul
Aliás, muito obrigado pelas indicações! Assisti aos dois vídeos e curti. O que mais me pega são esses riffs dissonantes! Muito foda!
Bem legal! Cheguei neste subgênero pelo Crust / Blackned Crust (tinha ouvido falar apenas do Iskra e do Ancst). Seguirei a trilha da esquerda da imagem para sacar as outras bandas. Valeu pela dica!
Uma brasileira que se assume como RABM / Antifa é o Vazio, esta apresentação e entrevista deles no Scena é foda:
Da Suécia / Países Baixos curto muito o Dödsrit. Como o primeiro álbum deles foi lançado pelo selo Alerta Antifascista Records, acho que já diz muita coisa. São músicas bem densas e arrastadas (média de 4 faixas por álbum) e acho legal que o guitarrista usa bermuda e toca igual o Billie Joe do Green Day, hehehe:
Atualmente, uso o app gPodder para baixar os podcasts com feed RSS no PC. Então, os sincronizo com dispositivos móveis (MP3 player ou dumbphone).
Para saber se o podcast possui feed aberto, costumo consultar neste site: Podcast AP.
Sobre consumir conteúdo do Spotify fora dele, existe o Grayjay. Ele agrega várias plataformas, a principal delas é o Youtube, mas você pode adicionar outras fontes, como o Spotify.
Certa vez, consegui ouvir música do Spotify na versão para Android do Grayjay. Mas não sei se é possível fazer isso com podcasts.
The Master Chief Collection possui, ao todo, 180 GB de conteúdo. Por padrão, vem com cerca de 120 GB selecionado, que são as campanhas single player de todos os jogos. E um detalhe: mesmo que nenhum jogo ou conteúdo seja selecionado, somente o "launcher" da Master Chief Collection ocupa 15,95 GB.
Para evitar esse download enorme e desnecessário, antes de baixar, seguir os seguintes passos:
Buscar na biblioteca por "Halo: The Master Chief Collection";
Clicar com o botão direito no nome do jogo, depois em "Propriedades";
Clicar em "Conteúdo Adicional";
Marcar apenas o jogo desejado, deixando as outras opções desmarcadas. Depois, fechar a janela e clicar em "Instalar";
Observação: além do jogo base, há conteúdo separado. Geralmente, com o nome de "Extended Language Pack", "Content Pack" ou "Multiplayer" (fiz um teste e o Multiplayer funciona sem o jogo base instalado).
É curto sim, pelo que vi no HowLongToBeat, são 7 horas e meia. Com essa jogabilidade, já joguei recentemente Quake I, II e o Wrack. Mas nesse estilo mais old school, prefiro jogar os antigos mesmo, ainda há muitos deles que não joguei.
Verdade. No sentido de uma atração pelo Linux em si, percebo que boa parte vem do caminho aberto pelo Steamdeck / Steam + Proton. Pois o grande impeditivo para muitos era "O Linux não roda jogos".
O mais irônico é que essa tendência me parece ser mais uma fuga do Windows do que uma atração do usuário pelo Linux em si. Logo, o Windows é a melhor propaganda do Linux que podemos ter. A propósito, não comecei a usar Linux por querer: o grande motivo para migração, em 2022, foi o OneDrive descontinuado (dentro do SO) para o Windows 7, ausência de drivers para minha máquina no Windows 10 e erros do Windows Update.
Sobre o tema em si, do ponto de vista filosófico, creio que Emil Cioran e sua obra sejam pertinentes. Ele é citado nos livros do André Cancian e é apontado como influência no álbum The Nightmare Of Being (At The Gates) (no lado direito da capa do disco, clicando em "more", abre uma entrevista com comentários faixa a faixa. Em suma, o Pessimismo Filosófico.
Sobre o aspecto quantitativo, tenho uma família gigantesca e, como pessoa introvertida, é bem difícil lidar com isso. Seja com os óbitos frequentes dos mais velhos, quase todo ano umas duas pessoas se vão; seja com os nascimentos frequentes e o constrangimento de não decorar o nome ou não saber identificar tanta gente. A média é de dois filhos, mas me deparei recentemente com um primo que já está no quarto filho (este último, não planejado)... Isso em 2024 é algo desconcertante para mim.
Particularmente, não desejo ter filhos. Mas não fico incentivando as pessoas a terem ou não terem, apenas que se planejem. No caso do Brasil, como dito, a taxa de natalidade diminuiu. Com isso, acredito que o grande problema não seja ter ou não filhos, mas a janela de tempo em que isso ocorre e se é de forma planejada ou não. É muito frequente gravidez na adolescência ou nos primeiros anos de vida adulta, quando não há planos de matrimônio e/ou condições financeiras para a empreitada. Além de causar o abandono escolar / trancamento de matrícula na instituição de ensino, muitas vezes. Isso não só atrapalha a vida dos pais, nessa fase, como pode tornar a vida dos filhos bem conturbada e cheia de privações.
Por outro lado, dentro da realidade brasileira, se os casais forem esperar o momento ideal e de estabilidade financeira, isso pode acontecer fora da janela de fertilidade, o que torna a questão um dilema. De qualquer modo, diante não dos temores, mas da realidade concreta das mudanças climáticas, não acredito que uma pessoa nascida hoje, no Brasil, consiga a ter uma vida digna (nestes aspectos). Daqui para frente, o clima será algo atroz.
"Estão deixando a gente sonhar" :-) Imaginem trocar a frota de motos por elétricas e se "criassem" (ironia) uma tecnologia para enviar uma notificação no app iFood do cliente que pediu comida, quando esta estivesse chegando... E não ter que ouvir uma buzina ser tocada 7 vezes seguidas a cada tentativa. PS: não uso iFood, nunca peço comida delivery... Meus vizinhos, sim (o tempo todo).
Ótimas dicas! Sobre avaliações, esses "Very Positive" aí vieram no
Ctrl + Cque fiz da página do Steam, mas gosto mesmo é de ter indicações diretas. Quando alguém jogou algo e dá suas impressões na timeline, por exemplo, já costumo deixar na wishlist se for de um gênero que curto.@solr4ctg@hachyderm.io
Bem legal, não conhecia o blog. O canal de Youtube já apareceu umas vezes nas recomendações. Mas vou confessar: sou meio preguiçoso para "garimpar" as bandas, hehehe. Por isso valorizo muito as recomendações dos camaradas. O Dödsrit mesmo conheci por um patch na jaqueta de um dos integrantes do Tulpa.
Aliás, muito obrigado pelas indicações! Assisti aos dois vídeos e curti. O que mais me pega são esses riffs dissonantes! Muito foda!
Bem legal! Cheguei neste subgênero pelo Crust / Blackned Crust (tinha ouvido falar apenas do Iskra e do Ancst). Seguirei a trilha da esquerda da imagem para sacar as outras bandas. Valeu pela dica!
Uma brasileira que se assume como RABM / Antifa é o Vazio, esta apresentação e entrevista deles no Scena é foda:
https://youtu.be/MtX0jFe_D4U
Da Suécia / Países Baixos curto muito o Dödsrit. Como o primeiro álbum deles foi lançado pelo selo Alerta Antifascista Records, acho que já diz muita coisa. São músicas bem densas e arrastadas (média de 4 faixas por álbum) e acho legal que o guitarrista usa bermuda e toca igual o Billie Joe do Green Day, hehehe:
https://www.youtube.com/watch?v=ISaoOEq0q0o
Atualmente, uso o app gPodder para baixar os podcasts com feed RSS no PC. Então, os sincronizo com dispositivos móveis (MP3 player ou dumbphone).
Para saber se o podcast possui feed aberto, costumo consultar neste site: Podcast AP.
Sobre consumir conteúdo do Spotify fora dele, existe o Grayjay. Ele agrega várias plataformas, a principal delas é o Youtube, mas você pode adicionar outras fontes, como o Spotify.
Certa vez, consegui ouvir música do Spotify na versão para Android do Grayjay. Mas não sei se é possível fazer isso com podcasts.
Um adendo, para evitar dor de cabeça:
The Master Chief Collection possui, ao todo, 180 GB de conteúdo. Por padrão, vem com cerca de 120 GB selecionado, que são as campanhas single player de todos os jogos. E um detalhe: mesmo que nenhum jogo ou conteúdo seja selecionado, somente o "launcher" da Master Chief Collection ocupa 15,95 GB.
Para evitar esse download enorme e desnecessário, antes de baixar, seguir os seguintes passos:
Buscar na biblioteca por "Halo: The Master Chief Collection";
Clicar com o botão direito no nome do jogo, depois em "Propriedades";
Clicar em "Conteúdo Adicional";
Marcar apenas o jogo desejado, deixando as outras opções desmarcadas. Depois, fechar a janela e clicar em "Instalar";
Observação: além do jogo base, há conteúdo separado. Geralmente, com o nome de "Extended Language Pack", "Content Pack" ou "Multiplayer" (fiz um teste e o Multiplayer funciona sem o jogo base instalado).
É curto sim, pelo que vi no HowLongToBeat, são 7 horas e meia. Com essa jogabilidade, já joguei recentemente Quake I, II e o Wrack. Mas nesse estilo mais old school, prefiro jogar os antigos mesmo, ainda há muitos deles que não joguei.
China: eis a diferença de um país que tem projeto, diferente do Brasil.
Acho que o maior problema, do ponto de vista do Brasil, não é a superpopulação em si, mas a densidade populacional nas grandes cidades.
Verdade. No sentido de uma atração pelo Linux em si, percebo que boa parte vem do caminho aberto pelo Steamdeck / Steam + Proton. Pois o grande impeditivo para muitos era "O Linux não roda jogos".
O mais irônico é que essa tendência me parece ser mais uma fuga do Windows do que uma atração do usuário pelo Linux em si. Logo, o Windows é a melhor propaganda do Linux que podemos ter. A propósito, não comecei a usar Linux por querer: o grande motivo para migração, em 2022, foi o OneDrive descontinuado (dentro do SO) para o Windows 7, ausência de drivers para minha máquina no Windows 10 e erros do Windows Update.
Sobre o tema em si, do ponto de vista filosófico, creio que Emil Cioran e sua obra sejam pertinentes. Ele é citado nos livros do André Cancian e é apontado como influência no álbum The Nightmare Of Being (At The Gates) (no lado direito da capa do disco, clicando em "more", abre uma entrevista com comentários faixa a faixa. Em suma, o Pessimismo Filosófico.
Sobre o aspecto quantitativo, tenho uma família gigantesca e, como pessoa introvertida, é bem difícil lidar com isso. Seja com os óbitos frequentes dos mais velhos, quase todo ano umas duas pessoas se vão; seja com os nascimentos frequentes e o constrangimento de não decorar o nome ou não saber identificar tanta gente. A média é de dois filhos, mas me deparei recentemente com um primo que já está no quarto filho (este último, não planejado)... Isso em 2024 é algo desconcertante para mim.
Particularmente, não desejo ter filhos. Mas não fico incentivando as pessoas a terem ou não terem, apenas que se planejem. No caso do Brasil, como dito, a taxa de natalidade diminuiu. Com isso, acredito que o grande problema não seja ter ou não filhos, mas a janela de tempo em que isso ocorre e se é de forma planejada ou não. É muito frequente gravidez na adolescência ou nos primeiros anos de vida adulta, quando não há planos de matrimônio e/ou condições financeiras para a empreitada. Além de causar o abandono escolar / trancamento de matrícula na instituição de ensino, muitas vezes. Isso não só atrapalha a vida dos pais, nessa fase, como pode tornar a vida dos filhos bem conturbada e cheia de privações.
Por outro lado, dentro da realidade brasileira, se os casais forem esperar o momento ideal e de estabilidade financeira, isso pode acontecer fora da janela de fertilidade, o que torna a questão um dilema. De qualquer modo, diante não dos temores, mas da realidade concreta das mudanças climáticas, não acredito que uma pessoa nascida hoje, no Brasil, consiga a ter uma vida digna (nestes aspectos). Daqui para frente, o clima será algo atroz.
"Estão deixando a gente sonhar" :-) Imaginem trocar a frota de motos por elétricas e se "criassem" (ironia) uma tecnologia para enviar uma notificação no app iFood do cliente que pediu comida, quando esta estivesse chegando... E não ter que ouvir uma buzina ser tocada 7 vezes seguidas a cada tentativa. PS: não uso iFood, nunca peço comida delivery... Meus vizinhos, sim (o tempo todo).