Por volta de 12 anos, quando eu estava começando a explorar minha sexualidade por meio da masturbação, eu percebi que os alvos das minhas fantasias muitas vezes eram mulheres e/ou femininos. Mas só fui racionalizar de fato esse sentimento lá pelo 1º ano do Ensino Médio, com 14 ou 15 anos, depois de conhecer a banda The Runaways, que foi crucial para me apresentar a esse mundo de dissidências de gênero e sexualidade (uma pena a Lita Ford e a Cherie Curie serem duas escrotas homotransfóbicas hoje em dia). Depois disso, para mim ficou mais claro que eu não me entendia como heterossexual. Já a questão de gênero é um mundo à parte que eu até hoje não sei onde me encaixo, então não sei contar uma história sobre ela.
Nossa, eu não faço ideia de como resolver esse problema. Eu já ouvi falar que há grupos bons de Telegram com essa temática, mas onde achar esses links e nichos, eu não sei mesmo.
Estou apenas no Bookwyrm e no Lemmy atualmente. O Akkoma é uma boa opção para quem procura um microblogging leve para hospedar. Dizem que o Mastodon é um mamute, com o perdão do trocadilho.
Há escolhas além do Firefox? Sim, mas infelizmente todas limitadas e nada garante que mais pra frente também não vendam seus dados. Infelizmente, no mundo da vigilância, é praticamente impossível fazer escolhas realmente livres. Algumas vezes a gente faz o que dá, sabendo que dá muito pouco. :/
Nunca me aconteceu, mas considerando que usamos o celular tanto quanto óculos, se entramos com óculos na água sem perceber, faz sentido entrarmos com celular. Fica em paz
E aí, vamos todos jogar nossos smartphones fora? Última vez que chequei, simplesmente não há opção viável no Brasil (ou, honestamente, no mundo) que seja eticamente correta.
Vivi essa época bem nova, nem deveria estar usando rede social ainda. Mas alguns vícios das redes sociais comerciais dos anos 2010 e 2020 já eram presentes e eu lembro de ter visto alguns: cyberbullying (nessa época, tudo podia, não havia nem uma legislação própria ou jurisprudência para proteger as vítimas), roubo de identidade, phishing, comunidades dedicadas a crimes (incluindo fachos reunidos por lá)...
Nossa, SIM. O perigo para o Fediverso não é o tuiteiro, apesar dessa figura ser irritante. O perigo são pessoas que busquem centralizar o protagonismo desse desenvolvimento comunitário nelas mesmas - estou falando de você mesmo, Gargrônio.
Eu concordo. Esse movimento vem de uma reclamação antiga que a Universidade pública não prepara para o mercado de trabalho, inclusive por parte de alunos e ex-alunos. Como se isso fosse um demérito por si só. Talvez o problema seja o mercado de trabalho e não a universidade, risos.
Tenho esse hábito de ouvir um álbum por dia em média. Tem sido excelente para descobrir músicas e ampliar meus gostos. Mas ainda não descartei playlists, só que são minhas playlists, nada enlatado pelo Spotify.
Por volta de 12 anos, quando eu estava começando a explorar minha sexualidade por meio da masturbação, eu percebi que os alvos das minhas fantasias muitas vezes eram mulheres e/ou femininos. Mas só fui racionalizar de fato esse sentimento lá pelo 1º ano do Ensino Médio, com 14 ou 15 anos, depois de conhecer a banda The Runaways, que foi crucial para me apresentar a esse mundo de dissidências de gênero e sexualidade (uma pena a Lita Ford e a Cherie Curie serem duas escrotas homotransfóbicas hoje em dia). Depois disso, para mim ficou mais claro que eu não me entendia como heterossexual. Já a questão de gênero é um mundo à parte que eu até hoje não sei onde me encaixo, então não sei contar uma história sobre ela.
Nossa, eu não faço ideia de como resolver esse problema. Eu já ouvi falar que há grupos bons de Telegram com essa temática, mas onde achar esses links e nichos, eu não sei mesmo.
Estou apenas no Bookwyrm e no Lemmy atualmente. O Akkoma é uma boa opção para quem procura um microblogging leve para hospedar. Dizem que o Mastodon é um mamute, com o perdão do trocadilho.
Impressionante como eles roubaram tudo e não roubaram absolutamente nada ao mesmo tempo. A gente vive uma simulação da realidade.
Há escolhas além do Firefox? Sim, mas infelizmente todas limitadas e nada garante que mais pra frente também não vendam seus dados. Infelizmente, no mundo da vigilância, é praticamente impossível fazer escolhas realmente livres. Algumas vezes a gente faz o que dá, sabendo que dá muito pouco. :/
Nunca me aconteceu, mas considerando que usamos o celular tanto quanto óculos, se entramos com óculos na água sem perceber, faz sentido entrarmos com celular. Fica em paz
Não é bem assim, é pra gerar valor pra empresa. O resto, que se foda. /ironia pero no mucho
E aí, vamos todos jogar nossos smartphones fora? Última vez que chequei, simplesmente não há opção viável no Brasil (ou, honestamente, no mundo) que seja eticamente correta.
E deixar lá pra todo mundo sentir o cheiro.
Vou cagar no chão do escritório, então.
Queria eu que o paulistano médio estivesse correto. Dobrar a GCM é o caralho.
Vivi essa época bem nova, nem deveria estar usando rede social ainda. Mas alguns vícios das redes sociais comerciais dos anos 2010 e 2020 já eram presentes e eu lembro de ter visto alguns: cyberbullying (nessa época, tudo podia, não havia nem uma legislação própria ou jurisprudência para proteger as vítimas), roubo de identidade, phishing, comunidades dedicadas a crimes (incluindo fachos reunidos por lá)...
Preciso de prints para dar risada.
Nossa, SIM. O perigo para o Fediverso não é o tuiteiro, apesar dessa figura ser irritante. O perigo são pessoas que busquem centralizar o protagonismo desse desenvolvimento comunitário nelas mesmas - estou falando de você mesmo, Gargrônio.
Eu concordo. Esse movimento vem de uma reclamação antiga que a Universidade pública não prepara para o mercado de trabalho, inclusive por parte de alunos e ex-alunos. Como se isso fosse um demérito por si só. Talvez o problema seja o mercado de trabalho e não a universidade, risos.
Achei muito interessante!
Como se o Orkut não fosse uma porta do inferno também, mas pelo menos ainda não se roubava os dados de todo mundo
Tenho esse hábito de ouvir um álbum por dia em média. Tem sido excelente para descobrir músicas e ampliar meus gostos. Mas ainda não descartei playlists, só que são minhas playlists, nada enlatado pelo Spotify.
Lindo!
2019 foi assim. Kkkk