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on Do we have a chance? · c/privacy · 1 pts · 35d

On my system, I can use the compose key to type a bunch of unicode chars, such as , , , and so on. Sadly, the pervasive use of em-dashes by LLMs ruined my use of them... It's a pity, because I quite like them stylistically.

Yes, "they" (the Lemmy maintainers and contributors) should eventually do that, but those systems are hard to get right, doubly so on a decentralised network such as this one. For now, it doesn't seem to be a priority (v1.0 is).

Décadas de desinvestimento crónico dão nisto... Perdemos pessoal e indústria qualificada que só agora estamos lentamente a recuperar. E ainda se junta uma gestão desastrosa por parte da IP (e também da CP, vá); temos uma obra de quase meio milhão de euros pronta há largos meses (Évora-Elvas), ainda a aguardar o início da certificação... ridículo.

on KDE wins · c/linuxmemes · 12 pts · 67d

The recent evolution is great and I've been a happy KDE user for many years, but my oh my is NetworkManager bad. It's not good on all systems that use it under the hood, but I find it especially unintuitive and so outdated. The applet thing is fine (still suffers from weird behaviour from NM's core), but actual settings screen drives me crazy... The Bluetooth one should also receive some love, but it's decent. NM needs serious revision.

A crise financeira veio efectivamente abalar os planos, mas os políticos não tiveram a seriedade e a coragem política para manter o plano e estudar outras otimizações. Infelizmente, pelo que percebo, houve também algumas pressões a nível Europeu para a implementação de BRTs, cujo fenómeno de proliferação não se cinge apenas a Portugal. Mas é realmente uma solução a curto prazo, carece de uma visão mais ponderada.

Pois, creio que a ideia é expandir a rede. Ainda me faz comichão ter-se optado pelos pneus em vez dos carris, supostamente motivado pelos cortes financeiras induzidos pela crise (mas para depois usar e abusar do lancis e bancos de granito caro)... Mas pronto, já estou por tudo, antes alguma coisa que manter regiões fora de Lisboa na cepa torta. Mesmo o Metro do Porto demorou e está muito aquém do seu potencial (apesar das novas linhas em construção serem uma boa evolução).

Sem dúvida.

Muitas vezes há o foco, a meu ver errado, apenas (ou sobretudo) no preço dos títulos de transporte, mas o que realmente importa em primeiro lugar é a qualidade do transporte. Se o transporte tem más paragens, maus percursos, pouca frequência, mau material circulante, etc, ninguém quer andar nele. Mesmo gratuito, só anda quem não tem alternativa ou não faz questão nenhuma de conduzir um automóvel. Para capturar uma porção verdadeiramente significatica da população, e assim retirar das ruas muitos automóveis individuais, há que providenciar uma oferta de mobilidade eficiente, cómoda, segura, acessível. No fundo, uma alternativa real com qualidade.

Tendo isso bem assente e aplicado, pode-se então procurar reduzir os preços dos transportes. Naturalmente, deve sempre haver incentivos e comparticipações para populações mais vulneráveis. Contudo, não podemos simplesmente tornar tudo gratuito e depois não fazer reformas "por falta de financiamento".