T4V0

u/T4V0@lemmy.pt
6 posts · 250 comments

Recent posts

Recent comments

It's a compromise. Of course you wouldn’t install a rolling release model OS on your grandma's PC, but it can be necessary to have the latest drivers and software, and you don’t need to be a power user when the only thing you want is either compatible hardware or software. I concur that Arch is mostly for power users, though its derivatives don’t have to be.

Stable doesn't necessarily means there aren't any bugs, it just means it doesn't change or changes are minor. Of course most bugs shouldn't be a show stopper, though annoying they should have a way to bypass them or simply not have that great a impact.

I recall when using and regularly updating Arch, a library update borked a software dependent on it — a software required for a Uni class mind you — and while I managed to get it working afterwards, I had to stay awake through the night. That's the difference between stable and rolling release, that wouldn't happen as easily on Debian stable.

For most users a rolling release model is fine, for servers, it's not.

Arch->Elementary OS

I had experienced other distros before (not on my pc, at least), but as a joke my cousin suggested Arch, while I had some trouble setting it up, the documentation was so good I stayed for a while. Though I've always liked MacOS, so when upgrading my notebook, I took chance to install Elementary OS 8. Overall, it's ubuntu based, so I can't complain.

Not the same dude, but I assume the Nix reproducible declarative build and deployment system. It's what interested me the most as a former Arch user, though the poor documentation threw me off at the time. Don't know if it improved or not.

No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.

E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.

E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.

Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.

Alguns pontos:

  1. O CEO fundador do Brave foi o antigo CEO expulso da Mozilla — organização responsável pelo navegador Firefox — por ter apoiado financeiramente proposições contrárias ao casamento homoafetivo. Ele fez uma doação de 1k em dólares para o lobby anti-gay;
  2. No passado injetou propagandas monetizadas por eles no lugar dos banners de sites visitados, ou seja, eles ganham dinheiro no lugar do site visitado;
  3. Tinham preferência no motor de pesquisa pelo clone do Wikipedia criado por alguém de extrema direita;
  4. Solicitaram doações por meio de celebridades e influencers, porém sem permissão de uso de imagem deles;
  5. Injetaram códigos de afiliação próprio em vários sites que o usuário navegava;
  6. Injetaram propagandas no fundo da homepage dos usuários, sem aviso e consentimento, embolsando o dinheiro;
  7. Instalaram um serviço pago de VPN, sem o consentimento dos usuários;
  8. Uma lista completa disso no reddit, mas o restante basicamente explica que em questões de privacidade não são muito "privados".

Recomendaria o Firefox mesmo ou os seus derivados como LibreWolf, apesar que não conheço os outros derivados tão bem assim, e também o ungoogled chromium.

Outros navegadores de interesse no futuro são o Servo e o Ladybird, ambos sustentados por organizações sem fins lucrativos. No entanto ainda são altamente experimentais.

Edit: esqueci de mencionar, o dev principal do Ladybird tbm têm alguns problemas relacionados a extrema direita, por isso é bom observar de perto, se tiver interesse.

From what I've gathered about Nextcloud, they seem to be a fast paced rolling release model, which breaks often due to their pace.

Since I didn't want to handhold it constantly, their forks — upstream and fork — drew my attention, OwnCloud and OpenCloud — fork from OwnCloud infinitescale — I went with OpenCloud, due to the smaller footprint required.

I'm currently using systemd container services built from the "full" docker compose version. The services I'm hosting are: OpenCloud server, Caddy as a reverse proxy and automatic cert renew, Keycloak for IDM, Collabora office, Apache Tika full version for text search and extraction and Radicale for contacts and calendar. They also recently updated to support EuroOffice.

While it has less features than NextCloud, it runs fine on a 4-core 8GB VPS, though it needs swap when starting for the first time or updating.